sexta-feira, 25 de julho de 2008

Resumindo 2

Compreender X Explicar

Somos do mundo da explicação, queremos explicar tudo. Mas, na verdade, as coisas mais importantes do munod não conseguimos explicar, no fundo, não explicamos nada. Temos que buscar compreender.

Explicação lembra conceito, definição, e como foi dito no outro resumo, não existe isso, pois não existe uma verdade absoluta.

Temos que ter menos conceitos e mais noções, menos verdades e mais aproximações, menos certezas e mais buscas.

O verdadeiro conhecimento se dá no diálogo com o diferente, respeitando-o, e assim gera a compreensão.

Quem é compreensível compreende e conhece melhor o mundo.

terça-feira, 22 de julho de 2008

Resumindo...

Começando um pouco tarde a fazer um resuminho sobre os aprendizados do curso!
Mas, como dizem, antes tarde do que nunca!

Então vamos começar a falar sobre o PONTO DE VISTA EPISTÊMICO!

Epistemologia = conhecimento do conhecimento ou ciência da ciência
Episteme (grego) = conhecimento, ciência

Todo ponto de vista é a vista ou visão a partir de um ponto! Cada um tem o seu, e ouvir e dialogoar, é conhecimento! Como se divulgassemos o que sabemos. Precisamos largar a mão de que somos os donos da verdade, porque não há só uma, são várias que existem por aí.

Na aula, descobrimos que o conhecimento é como se fosse um mapa. O mapa não é o real, não é o lugar que está ali, é só sua representação. Ou seja, conhecimento nenhum reproduz a realidade. Assim como o mapa, ele leva a algum lugar, é a busca da compreensão. Logo, o jornalista que escreve sobre alguma coisa também não a reproduz, a representa. Como o mapa e o conhecimento.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Somos consumidores ou somos consumidos?


Resumindo a aula de sexta, a pergunta de cima ficou respondida assim no final: Somos consumidos para consumirmos. Como por exemplo, quando assistimos TV, estamos nos vendendo a ela. A m'dia promove o consumo pela sedução.

Um dado muiiiito interessante que o professor nos mostrou foi esse: Seriam necessárias 3 Terras se o mundo adotasse o padrão de consumo europeu, ou 5 se adotasse o padrão dos Estados Unidos.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Televisão criticada


Navegando pelo site Vagalume, vi quantas músicas existem que criticam a televisão!

Selecionei 10 e vou botar os links aqui para vocês verem:

http://vagalume.uol.com.br/ketamina/televisao.html

http://vagalume.uol.com.br/the-edwards/televisao.html

http://vagalume.uol.com.br/katastrofi/televisao.html

http://vagalume.uol.com.br/serventes/televisao.html

http://vagalume.uol.com.br/capital-inicial/eu-adoro-minha-televisao.html

http://vagalume.uol.com.br/ponto-de-equilibrio/ditadura-da-televisao.html

http://vagalume.uol.com.br/r-mor/tele-guiado.html

http://vagalume.uol.com.br/desertor/cadeira-de-rodas.html

http://vagalume.uol.com.br/tom-ze/burrice.html

http://vagalume.uol.com.br/kalibre77/alienacao.html



Para refletir...

segunda-feira, 2 de junho de 2008

Próximo seminário...


Nosso seminário é daqui há 2 semanas! :o

Temos como base o livro "A Galáxia da Internet" de Manuel Castells.

Vou mostrar um pouquinho sobre o que é o livro:

"... Castells chama a atenção para as contradições criadas pela internet: apesar de conectar grandes massas, exclui os que a ela não têm acesso; embora promovendo a partilha das informações e craindo valores independetes da posição social do usuário, as intereações virtuais e on-line também podem gerar isolamento. [...] Estamos lançados aqui no cerne das grandes questões atuais: se a tecnolgia da internet nos oferece os meios de coordenar taresfas e administrar situações complexas, por outro lado também subverte a ordem hierárquica que durante tanto tempo regulous nossa sociedade. No entanto, se as instituições, as empresas e a própria sociedade sofrem a ação da lógica da rede, também podem sobre ela atuar, transformando-a. Desse modo, é possível apropriar-se da lógica da rede para modificar os eventuais aspectos excludentes da internet. Os dois primeiros capítulos traçam a história da ascenção da internet e fornocem uma breve descrição da cultura que surgiu a partir de seu uso generalizado. Do capítulo 3 ao 6 discutem-se o e-business, a nova economia, os conceitos de comunidade virtual e de sociedade em rede, ao mesmo tempo que se avaliam as saídas que a internet abre - e as que fecha- para as atuações no plano da sociedade civil e da vida privada. O capítulo 7 dedica-se à análise da multimídia enquanto os capítulos 8 e 9 traçam a geografia da internet e debatem a idéia de partilha virtual. Finalmente, na conclusão, o autor lança o grande problema que ainda nos cabe enfrenter: se não recontruirmos nossas instituições democráticas, não estaremos aptos a fazer face aos problemas criados pelas sociedades em rede..."

terça-feira, 13 de maio de 2008

Continuando...

Mais sobre a Playboy, agora sobre a empresa playboy:

A empresa é dividida em 3 segmentos: publcação (revista), entretenimento (TV, internet, dvd) e que trabalha com licença, que dá a licença para usarem o nome e o coelhinho da playboy para terceiros, como as roupas, joias,...

O canal da playboy é um canal adulto disponivel na suécia, brasil, estados unidos, canada, nova zelandia, grécia, reino unido, espanha, irlanda e noruega. O conteúdo da tv é mais explicito do que o conteúdo da revista. Outros canais tb fazem parte da empresa playboy, spice extreme, the adult channel e climax 1,2,3

a playboyonline, que trabalha com o site, é o item que mais cresce na empresa playboy. Na parte de entretenimento, ela é q dá mais rendimentos, são 60% dos 3 itens (tv e dvd)

a parte de licença, traz em lucro, 10% do total para a empresa.

quarta-feira, 7 de maio de 2008


Como não pude estar presente na apresentação do meu grupo na última sexta-feira, vou deixar aqui um pouco do q eu iria apresentar: curiosidades da palyboy.

CENSURA:

. Países: Em várias partes da Ásia, como a China, Coréia do Sul, Índia, Malásia, Tailândia, Taiwan, Cingapura e Brunei, a revista Playboy é proibida. Também é banida em quase todos os países muçulmanos da Ásia e da África.

. Edicão Especial: O Japão possui uma edição própria da revista, que não tras o nú total.

. 7-Eleven: Em 1986, a rede norte-americana de lojas de conveniência 7-Eleven baniu a revista de suas lojas. Em 2003, a Playboy voltou a ser comercializada nas lojas de tal rede.

. Comunidades Americanas: Em várias comunidades pequenas dos Estados Unidos a Playboy não é vendida nas lojas. Em outras comunidades, é vendida apenas em lojas de bebidas. Em comunidades onde a venda de bebidas alcólicas é proibida, a venda de Playboy também costuma ser.

. Austrália: A Playboy não é vendida no estado de Queensland, Austrália. Aparentemente, toda a versão australiana da revista é separada por estados.